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the new acid dream. [entries|archive|friends|userinfo]
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I feel it all [Jul. 23rd, 2008|09:41 pm]
It's kindda funny to read those old letters you wrote me, or, maybe, until the ones I wrote you.. It all seemed so real, so.. true! For a moment I thought it was 'forever', like I've already done so many other times. We all know forever isn't really forever, but when we say forever (me, at list) it's inside the time we are considering like forever, and not really 'until the end of the times', as this word really means.
I still can't believe how much you can affect me when, for example, I find something that remembers me of you, or when I, acidentally, read something you wrote me, or this kind of stuff... I'm pretty impressed to notice how easy it all went away, and how easy it looked to end up with everything, when we could certainly continue making this go on in that beautiful 'forever' I mentioned. You know what? I did my best, of this I'm sure. I did everything I could do to make you happy, even when you didn't look happy in ANY way.. even when I was giving all I could, and you looked so.. so "I don't care a bit", you know?
Thanks God I'm learning to deal with it all, and thanks God I've found the ones who could really help me get it all over.
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[Jul. 20th, 2008|10:07 pm]
E o que aconteceu foi mágico.
Saiu voando do meu peito, pairou no ar. Ficou ali por tempo suficiente para se fazer entendido e então sumiu numa explosão que sugou todos os pensamentos que, amedrontados, só voltaram alguns minutos de silêncio depois. Estavam tímidos, olhavam para o mundo como se estivessem presos em jaulas, tratados como animais selvagens. E talvez o fossem. Selvagens demais para serem contidos por jaulas, então escaparam, fugiram acuados.
Eram apenas filhotes.
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[Jul. 20th, 2008|05:47 pm]
You say you want a revolution, well you know, we all wanna change the world ;)
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Sobre fazer novas amizades. [Jul. 20th, 2008|02:37 am]
Vou ser sincera: Não achei que seria tão difícil assim. Não no começo, pelo o menos.
Eu realmente preciso escrever isso, tá me matando. Fazem duas horas que eu fui deitar e até agora não consegui dormir, virando de um lado para o outro na cama e matutando a mesma perguntinha: o problema é comigo?
Sabe, fazer novas amizades nunca foi meu forte. Houve um tempo em que eu até achei que talvez fosse, mas não, definitivamente, não é. Conhecer gente nova me dá medo, eu fico extremamente tímida, não consigo dizer frases completas, não consigo montar idéias coerentes. Não consigo ser eu mesma, não consigo agir naturalmente. Algo dentro de mim me prende.
Mas a diferença entre fazer amizade com gente que quer novas amizades e (tentar) fazer amizade com gente que não quer nada com nada é assustadora. Quando estamos lidando com gente que não nos trata como um verme contagioso; gente disposta a nos tratar à altura e realmente começar uma boa conversa; gente que está preparada para conviver com as diferenças entre um e outro; o momento de tensão é passageiro, rápido: logo nos sentimos quase completamente à vontade com aquela pessoa. Até aí tudo bem, não posso ser tão ruim nisso. Aliás, ninguém pode ser tão ruim nisso.
Mas quando estamos lidando com gente que não quer novas amizades, um grupo fechado de pessoas, onde não querem que ninguém entre.. Caralho, que porra mais difícil de se fazer. Quase impossível. Eles tem assuntos em comum, tem uma história toda juntos, sabem a personalidade e os gostos uns dos outros e simplesmente não precisam de outro membro para o grupo. Quando o novo membro tenta se aproximar, é ignorado com uma facilidade incrível. E, bem, eu tive a infelicidade de me deparar com um grupo desses. E dentro desse grupo, existem vários outros grupos. Grupos de gente que se conhece, que se dá bem; gente que JÁ SE CONHECIA antes daquele evento, antes de entrar naquele outro grupo. O pior de tudo é que eu preciso manter contato com toda essa gente, caso contrário não poderei mais participar dessa comunidadezinha.
É difícil demais pra minha cabeça. Eu simplesmente O-DE-IO ficar tentando parecer legal para agradar os outros, ficar tentando puxar assunto, ficar tentando entrar no assunto, ficar tentando ser divertida o suficiente. Aliás, eu não só odeio, como não consigo. Soa muuuuuuuito falso quando eu tento, é uma merda. Não consigo ficar tentando parecer igual a eles o tempo todo. So here is the thing: eu sou diferente deles. Aaah, jura? Sim. E MUITO diferente. Porque eles tem o mesmo gosto, TODOS ELES, e só o meu é diferente. Só o meu jeito complicado e idiota de pensar contra um pensamento igual e idealizado que eles todos compartilham. Então é mesmo bem complicado ficar tentando fingir que eu não sou do jeito que eu sou, e sim igual a eles. Aí me disseram: mas seja você mesma! Man, mas eles não dão espaço pra isso. Eles não dão espaço nem para que eu respire direito. Eles não dão espaço pra nada.
Então estava eu, lá, totalmente numa boa, sorrindo, alegrezinha na medida do possível, vendo os meninos jogarem truco, e 'conversando' com eles (é assustador perceber o quanto é mais fácil fazer amizade com meninos do que com meninas, porque aquelas meninas são sempre tão competitivas e tão cheias de querer ficar fofocando umas com as outras (que já são amigas de aaaaanos), tão cheias de si, tão.. 'Oi, eu sou foda, beijos.'; enquanto os meninos são super gente boa e... mente aberta, digamos assim. Sabem ouvir o que eu tenho a dizer, sabem entender o que eu quero dizer.), até que X chega até mim e diz que eu posso levar alguma amiguinha ali, se eu quiser: não teria problema algum, seria até bom. Perguntei por que ele estava me dizendo isso. E adivinha o que ele respondeu? Que ele sabe que essas meninas são difíceis de lidar, e que ele me vê, sometimes, um pouco perdida, e que, por isso, eu podia levar alguém que impediria de me deixar tão deslocada.
Eu, que estava me sentindo feliz na medida do possível e realmente estava me divertindo assistindo ao truco, sem me importar com o grupinho feliz de meninas fofocando ao lado, tive vontade de morrer naquele momento. Me senti tão fracassada, tão... tão lixo! Era essa a impressão que eu estava passando para as pessoas, então. Legal, legal saber, cara. Porque eu tava mesmo pouco me fodendo para elas, mas não queria parecer uma fracassada pra todas as outras pessoas. O pior é que ele falou com tanta.. dó de mim. Falou como quem fala com uma criança que está passando por um trauma muito grande e precisa de carinho e proteção. E eu ODIEI sentir que ele falava assim comigo, como se eu fosse uma coitada. Eu queria sumir, eu queria desaparecer. Era cedo ainda e ninguém estava prestes a ir embora, mas eu precisava sair dali. Analisei as coisas, concluí que se quisesse sair, teria que ser sem me despedir de ninguém, senão viriam as perguntas 'Por que já vai? Tá cedo, menina!' e todas essas merdas que me colocariam contra a parede, e teria de inventar milhões de desculpas esfarrapadas e eu não tava com cabeça pra isso. Chamei o Daniel num canto, perguntei se ele ia demorar pra ir embora, ele ia. Disse que, sendo assim, eu estava indo, e que se perguntassem por mim, bem, que ele dissesse que não sabia. Ele ficou todo confuso e eu disse que depois falava com ele todas as coisas que devia falar (porque nele, diferente da maioria ali, eu posso mesmo confiar e contar as coisas, graças a Deus). Dei um beijo de tchau e saí portão afora, com aquela sensação de fracasso total, aquela conhecida sensação que eu tenho de que, talvez, eu tenha nascido para viver completamente sozinha, afinal. Estava borbulhando de raiva de todos aqueles idiotas ali. Estava mesmo bem triste, por não ter nem, ao menos, conseguido ESCONDER a minha solidão perante a multidão. Nem isso eu consegui. Mas que serzinho mais inútil eu me tornei, ein?
Liguei para o meu pai me buscar e, bem, aqui estou.
Odeio fazer novas amizades.
Odeio gente que odeia fazer novas amizades.
Mas que merda. A gente não devia se sentir tãããão sozinho em meio às grandes multidões. Não é nada bom, não é nada saudável =~~
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[Jul. 19th, 2008|03:41 pm]
E é tudo tão superficial e tão complicado de admitir, embora eu saiba que é verdade.
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Lua cheia [Jul. 17th, 2008|06:30 pm]
A lua hoje está tãão bonita, em toda a sua glória, no céu.. Tão branquinha e grande e redonda, iluminando o céu todo, fazendo com que ele fique num azul-marinho bem claro. E, que eu tenha visto, só há uma estrela no céu, e ela está ao lado da lua. Como se pedisse que ela dividisse todo o seu brilho.
Lua cheia me dá uma sensação de nostalgia. Nostalgia boa.
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The butterflies in my stomach. [Jul. 17th, 2008|12:19 am]
The butterflies in my stomach.
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Fireworks [Jul. 16th, 2008|07:20 pm]
Chega a ser CÔMICO ver que as pessoas que não fazem a mínima idéia fixa do que querem (ou que tem menos certeza que as outras, que sabem ao certo o que desejam conseguir/alcançar/possuir) são as que geralmente tem mais nas mãos e reclamam por terem algo que não faz jus ao que elas querem (como se AO MENOS soubessem o que querem). Literalmente reclamam de barriga cheia, o que é completa perca de tempo, verdade seja dita.
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O Passado [Jul. 16th, 2008|07:06 pm]
"Mas quando o amor a sufocava, quando um de seus acidentes, o mais feliz e o mais infeliz, o êxtase, por exemplo, ou o desespero, cruzava o umbral com que o amor limita a validade das palavras e os gestos, Sofia emudecia e se retirava, como se para seguir em frente precisasse desaparecer. Uma hora, um dia, às vezes uma semana mais tarde, quando a economia do amor já recuperara seu equilíbrio cotidiano e o 'incidente', como Rímini batizara em particular esses episódios de afasia, parecia ter cicatrizado espontaneamente, ele topava de imprevisto com uma mensagem, uma carta, três linhas apressadas ou páginas inteiras de abnegação confessional que Sofia redigira a sós, nos raros intervalos em que existia sem Rímini, mas para ele: fechada num quarto, sentada num bar, debruçada numa mesa da cozinha, enquanto Rímini, dormindo na diagonal, aproveitava para ocupar toda a cama com o quatro perfeito que suas pernas desenhavam."


O Passado - Alan Pauls
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The first scene. [Jul. 16th, 2008|06:30 pm]
Parecia cena de filme: com o passar das horas a gente foi ficando mais à vontade, e logo estávamos de mãos dadas, encostados um no outro. A conversa foi ficando mais escassa mas eu sabia que era só porque você sentia o mesmo que eu estava sentindo naquele exato momento: uma mistura de nervoso com timidez e coisas assim... Você sorria pra mim e eu sorria pra você, parecíamos dois idiotas. Sua mão estava gelada, e eu contava todos os ossinhos dos seus dedos e os pelinhos do seu braço. Perguntava sobre cada cicatriz e você me contava a história de cada uma delas. Você disse que era uma pena que tivesse se barbeado no dia anterior: não dava para me 'machucar' com a aspereza da sua barba crescendo, igual você havia feito um outro dia, rindo da minha cara de 'nossa, seu barbudo!'. Você disse que eu era provavelmente a menina mais boba de todas do mundo. Você riu quando eu comentei que era mesmo uma coincidência muito grande ambos termos cinco dedos na mão. Você disse que eu não podia pintar sua unha de vermelho, e que se pintasse você não falaria  mais comigo. Você achou uma ponta dupla no meu cabelo. Você disse que eu te fazia passar muita vergonha só porque eu chamei a menina desconhecida de Laura, como se a conhecesse. Você disse que eu te fazia passar muita vergonha por milhares de outras coisas.  Você desamarrou o meu cadarço. Você disse que eu falava demais e que quem fala demais é idiota. E ficou rindo quando eu disse que nunca mais na minha vida inteirinha eu falaria com você, nunca, nunca, nunca mais; só para descobrir logo em seguida que eu não conseguiria ficar sem falar com você nem que quisesse.
A gente começou a conversar quase sussurrando e o nervoso ia crescendo, e a sua mão ia ficando mais gelada (aposto que você notou que a minha também estava). E você falava tão perto do meu ouvido, tão quase-sussurrando, tão... tão... gudi. O assunto acabava de novo e a gente continuava de mãos dadas e você me fazia encostar no seu ombro. Me induzia a falar no mesmo tom de voz que você, me fazia tremer por inteiro. Logo depois nos beijamos, e, apesar de todo o (meu) nervosismo, soou tão natural que parecia que já havíamos passado por aquilo muitas e muitas outras vezes.
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[Jul. 15th, 2008|09:58 pm]
I wonder how you remember me... As the girl who likes blueberry pies? Or as the poor girl with the broken heart??
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Sobre como o tempo gosta de contrariar e desviar de tudo o que as pessoas querem que ele faça. [Jul. 14th, 2008|07:01 pm]
O tempo é mesmo um canalha do contra. Quando eu quero que ele passe correndo, ele anda tão devagar que às vezes parece ter parado. Às vezes leva vinte e quatro horas pro ponteiro dos minutos dar uma volta completa no mostrador.
Quando eu quero que o tempo pare, ele dispara. Eu queria que ele ficasse em torno das cinco horas da tarde por pelo o menos duas horas. Eu desejava ardentemente que o tempo passasse tão devagarzinho que nos mantivesse em um padrão aceitável de tempo no qual ainda fosse possível as coisas continuarem andando tão maravilhosas em todo o seu explendor. Cada segundo que passava, cada segundo que o fazia o tempo correr um pouco mais era meu inimigo.
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Tempo perdido. [Jul. 14th, 2008|06:47 pm]
Tinha enfiado na cabeça a idéia de que o mundo era um lugar muito triste, solitário, injusto, cruel e doloroso.
Ficava deprimida por causa de coisas que estavam acontecendo com pessoas de recantos longíquos do mundo, gente que não conhecia nem, provavelmente, viria a conhecer, ainda mais se considerarmos que o motivo principal de eu me sentir daquele jeito era o fato de eles estarem morrendo de fome, ou de alguma praga contagiosa, ou pelo fato de que a sua casa lhes tinha caído por sobre a cabeça durante um terremoto.
Chorava diante de qualquer notícia que visse ou ouvisse, fossem sobre as vítimas da Aids, histórias de mães que morreram e deixaram filhos pequenos, reportagens sobre esposas espancadas, entrevistas com homens que perderam o emprego nas minas de carvão, aos milhares, e sabiam que, mesmo tendo apenas quarenta anos, jamais conseguiriam emprego novamente. E também artigos de jornal a respeito de famílias de seis pessoas que eram obrigadas a se alimentar com cinquenta reais por mês, além de imagens de mulas maltratadas. Até mesmo aquela vinheta que mostravam no final de uma propaganda de tv, em que aparecia um cão correndo em volta de uma bicicleta, dizendo "quero salsicha!", me causava uma dor profunda, porque eu sabia que era apenas uma questão de tempo até o cãozinho acabar morrendo.
Era horrendo. Eu sentia como se estivesse envolvida pessoalmente com cada foco da tristeza que havia no mundo. Era como se eu tivesse uma rede mundial de dor dentro da cabeça, uma rede maior do que a Internet, e cada átomo de pesar que já havia existido estivesse sendo canalizado através de mim, antes de ser empacotado e enviado a diversas áreas, como se eu fosse a centralizadora da miséria humana.
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Macete para a prova de história ;) [Jul. 10th, 2008|12:25 pm]
Torce, retorce, procuro mas não vejo, Francisco Ferdinando morreu em Sarajevo! (8)(8)(8)(8)
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No presente. [Jul. 9th, 2008|12:11 pm]
Quando a felicidade faz uma aparição como convidada especial na vida da pessoa, é muito importante aproveitá-la ao máximo. Pode não ficar por perto muito tempo e, quando for embora, não será terrível pensar que todo o período no qual se poderia ser feliz foi desperdiçado com preocupações sobre quando isso aconteceria?
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[Jul. 9th, 2008|12:05 pm]
Eu detesto essa história de 'ser adulta'. Destesto tomar decisões quando não sei o que há escondido por trás da situação. Desejo um mundo onde as coisas boas e más tenham rótulos claros. Onde música sinistra comece a tocar no instante em que o vilão aparece na tela, de modo a não se poder confundi-lo com o mocinho.
Onde o que lhe pedem é para escolher entre brincar entre a linda princesa, no jardim perfumado, ou ser devorado pelo monstro horroroso, no fosso fedorento. Nada de muito difícil, entende? Nada que force a pessoa a se angustiar a respeito nem que lhe tire o sono da noite inteira.
Ser uma vítima não é uma coisa lá muito boa, mas, que diabo, tira um bocado da confusão das coisas. Pelo o menos você sabe que está certa.

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[Jul. 7th, 2008|02:31 pm]
A part time lover and a full time friend.
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Coamo Light. [Jul. 4th, 2008|03:44 pm]
Deixa sua vida mais saboroooosa, é mais saúde pro seu pããããããoo..
Coamo light!


OAHUAOHAUOAHAUOAHAUOAHAUO
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Outra noite que se vai. [Jul. 4th, 2008|03:41 pm]
E outra noite que se vai, e eu não tô correndo atrás, quanto tempo já passou e a gente nem se falou, quanta coisa a gente faz, depois quer voltar atrás.
Outra noite que você passa e finge que nem vê, não esconde o teu rancor, quer tentar me enlouquecer. Quanta coisa a gente faz, depois quer voltar atrás

Então me diz alguma coisa, bate aqui de madrugada pra lembrar daquele tempo. Pra sempre ou só por um momento? Me dá um beijo na boca e depois me leva pra tua casa.
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Clean Getaway. [Jul. 4th, 2008|03:40 pm]
I finally made it, I made a clean getaway
UUUUUUUUUUUUUUUHHHHH, I finally made it, I made a clean getaway
And I miss you, I miss you every single daaaaaaaaaaaaaaay (8)
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